O incentivo é o melhor caminho para a Iniciação Científica.

 

Com o objetivo de promover a iniciação científica, despertar a curiosidade, aprofundar e consolidar o conhecimento dos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental da Escola Officina do Saber, foi desenvolvido um trabalho com aula prática pelo professor Max, que leciona a disciplina de Ciências. A Iniciação Científica (IC) é entendida como atividade estratégica para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Formular questões a serem investigadas e conduzir a classe nas descobertas, contribuem para que todos aprendam a buscar informações em decorrência de observações, uma competência essencial para que o desenvolvimento de qualquer área das ciências ocorra.

 

A participação dos alunos nas atividades práticas e nos registros delas (texto na forma de relatório) são os primeiros passos para estimular e desenvolver a iniciação científica, que segue ao menos quatro passos fundamentais:

 

O primeiro deles, o levantamento de hipóteses, é uma decorrência do questionamento inicial. A etapa seguinte é o levantamento de informações. Além de ampliar o conhecimento sobre o tema pesquisado, essa fase ajuda os alunos a treinar o olhar para a observação científica, sabendo com mais precisão o que anotar em uma experiência prática. O momento da experimentação, geralmente tido como o ápice da prática, deve ser encarado apenas como mais uma etapa da aquisição de conhecimento. A análise dos dados e discussão dos resultados, etapa em que os elementos/observações/dados são analisados e contrastados com a hipótese de trabalho, convergindo os resultados discutidos para a elaboração de uma resposta à pergunta de investigação. A produção do saber não requer apenas o domínio de regras, mas de criatividade e imaginação, pois a pesquisa, como um princípio educativo, é um dos caminhos mais profícuos para se chegar a aprender. A busca de informações favorece a autonomia dos alunos.

 

O trabalho proposto seguiu duas etapas:

 

PRIMEIRA: distribuir junto a turma copos descartáveis com meio de cultura para fungos em pontos estratégicos da Escola. Pontos escolhidos: 01 – sala de aula da própria turma (foram colocados dois copos na mesma, sendo um com meio de cultura de fungos sem a adição de fungos e o outro com meio de cultura e a adição de fungos obtidos de pão mofado). Observação - em todos os demais copos foram colocados apenas meio de cultura para fungos; 02 – sala da supervisão; 03 – espaço ao ar livre em frente a sala de aula da turma; 04 – sala dos professores; 05 – secretaria; 06 – cinema; 07 – lavanderia.

 

SEGUNDA: após 5 dias foram recolhidos todos os copos e levados a sala de aula, em seguida foi empregado o método científico para explicar o surgimento de fungos nos copos onde os mesmos não foram inseridos. Comparação e levantamento de hipóteses do fato de, em algumas situações, terem surgido mais fungos que em outras. Apresentação de relatório apresentando todas as hipóteses levantadas seguido das conclusões.

 

Veja imagens da atividade abaixo:

 

 

 

 

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